Cristiano Holtz, influenced by J.S.Bach, began his harpsichord studies when he was twelve years old, with Pedro Persone. When he was fifteen, following an invitation from Jacques Ogg, he moved to the Netherlands in order to pursue musical studies with him. He stayed there for ten years, working with various teachers such as Anneke Uittenbosch and Menno van Delft.

From a very young age his strongest influence had been Gustav Leonhardt, who exceptionally accepted him as his last official student. It was also very important for him to have worked privately with Pierre Hantaï, Marco Mencoboni and Miklós Spányi. This last later invited him to play and record pieces for two harpsichords by C.Ph.E.Bach.

In 1998, at the invitation of several music schools and Conservatories such as the Instituto Gregoriano de Lisboa and the National Conservatory of Music, he came to work in Portugal as a professor of harpsichord, clavichord and chamber music. Cristiano Holtz is often invited to give master classes at international venues such as Harvard University (Boston), Liszt Ferenc Academy (Budapest) and ESMAE (Porto). He performs mostly as a soloist on harpsichord, clavichord and occasionally on historical organs in various countries in Europe, Asia, South America and the United States, including appearances in prestigious international festivals. He enjoys joining friends such as Miklós Spányi, Concerto Armonico Budapest, Aapo Häkkinen, Helsinki Baroque Orchestra, Antonio Carrilho and Raquel Cravino to play chamber music.

His recitals and recordings (for Ramée, Bis, Aeolus, Editions Hortus, Edition Hera) have been highly acclaimed in the internacional press and have obtained several awards:  Diapason d’Or(France 2020), Preis der Deutschen Schallplattenkritik (Germany 2006 ), 5 Stars Goldberg Magazine (Britain, Spain), Record Geijutsu Award (Japan 2011), Fanfare Magazine (USA), and twice, “excellent disque” in Classica Magazine (France).

From an early age, Cristiano Holtz has placed Bach at the center of his musical work.  

Portuguese version

Cristiano Holtz, influenciado por Johann Sebastian Bach, Cristiano Holtz iniciou os seus estudos de cravo aos doze anos de idade com Pedro Persone. Aos quinze, a convite de Jacques Ogg, foi viver para os Países Baixos, com quem prosseguiu os seus estudos musicais. Permaneceu nesse país durante dez anos, estudando com vários outros professores, entre os quais Anneke Uittenbosch e Meno van Delft.

Desde muito novo, a sua maior influência foi Gustav Leonhardt, que o aceitou excecionalmente como seu último aluno oficial. Igualmente marcante na sua formação foram os estudos privados com Pierre Hantaï, Marco Mencoboni e Miklós Spányi. Este último viria a convidá-lo mais tarde para gravarem em conjunto repertório para dois cravos de C.Ph.E.Bach.

Em 1998 veio para Portugal à convite do Instituto Gregoriano de Lisboa, onde se mantém como professor das disciplinas de Cravo, Clavicórdio e Música de Câmara. Também durante vários anos foi professor de Música de Câmara e acompanhador no Conservatório Nacional. Cristiano Holtz actua sobretudo como solista, não somente em cravo mas também em clavicórdio, e ocasionalmente em órgãos históricos de numerosos países na Europa, Ásia, América do Sul e nos Estados Unidos da América, participando em vários Festivais Internacionais de prestígio. Frequentemente toca em conjunto com diversos amigos tais como: Miklós Spányi, Concerto Armonico Budapest, Aapo Häkkinen, Helsinki Baroque Orquestra , Antonio Carrilho, e  Raquel Cravino.

Frequentemente é convidado para dar Master Classes em Universidades como: Harvard University (Boston), Liszt Ferenc University (Budapest) e Esmae (Porto). Os seus recitais e gravações (Ramée,Editions Hortus, Bis, Aeolus, Edition Hera) têm vindo a ser aplaudidos pela imprensa internacional e merecido várias distinções internacionais, tais como Diapason d’Or(França 2020), o Prémio da Crítica Discográfica Alemã (Alemanha, 2006), o Prémio Geijutsu (Japão 2011), para lá de críticas favoráveis como as cinco estrelas que recebeu na revista especializada em música antiga Goldberg (Inglaterra e Espanha), nas revistas Fanfare (E.U.A.) e Classica (França) .

Cristiano Holtz considera Bach como referência central da sua carreira musical.  

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